Investir em energia solar traz bons resultados financeiros

Depois de amargar três meses com bandeira vermelha na conta de luz e custo extra de 3,50 reais a cada 100 quilowatts-hora (kWh), o brasileiro respirou aliviado com a tarifa verde no início do ano, decretada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).­ A tranquilidade vai durar até o próximo período de estiagem, quando, com a redução das chuvas e, consequentemente, do volume de água nas hidrelétricas, o governo acionará as termelétricas para gerar eletricidade. Como essa operação recorre a combustíveis mais caros, como petróleo e carvão, o custo aumenta e pesa no bolso do consumidor.

Apesar de serem uma fonte de energia menos poluente que as termelétricas, as hidrelétricas têm enorme impacto social e ambiental. O principal deles é a inundação de grandes áreas para sua instalação, com prejuízo para a fauna e a flora, e a consequente remoção das populações ribeirinhas. Quanto mais distantes dos centros abastecidos pela eletricidade gerada, maior o gasto com linhas de transmissão.

Portanto, a energia solar é a chance de produzir sua eletricidade localmente e de reduzir o valor da conta é um argumento que atrai os consumidores tanto pela responsabilidade ambiental quanto pela economia. O sistema solar fotovoltaico, além de eficiente e ecologicamente correto, valoriza o imóvel. “Na Califórnia, as residências com painéis custam, em média, 10% mais.” Isso porque, uma vez instalado, o modelo permite diminuir em até 90% o gasto mensal com eletricidade. Tendo em vista que o equipamento dura 25 anos e a manutenção é fácil e barata (basta limpar os painéis a cada três anos), o retorno pode vir em menos tempo — dependendo do custo da tarifa local e dos impostos cobrados.

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